domingo, 20 de dezembro de 2009


De mãos dadas pelo mundo... do Natal

Para nos fazermos presentes na vida dos nossos pais, dedicámos estes últimos dias de aulas a preparar um presente de Natal para eles.
Para nós, os presentes não valem pelo dinheiro que custam, ou pelo tamanho que têm, mas sim pelo amor que representam. Assim, elaborámos e embrulhámos o nosso presente com todo o nosso carinho e ternura.



O primeiro período termina aqui, mas com ele não termina o nosso espírito de solidariedade, que tanto marcou este mês de Dezembro... Como tal, e para que este continue presente no nosso dia-a-dia, elaborámos um acróstico repleto de bons sentimentos e pensamentos.


A turma do 4º ano deseja, a todos, um Feliz Natal e um ano novo simplesmente fantástico!


sábado, 12 de dezembro de 2009


De mãos dadas pelo mundo... do Natal 

Aproxima-se o Natal e as ruas da nossa cidade cobrem-se de luzes e de música. O espírito natalício invade as pessoas, mas parece-nos que muitas se estão a esquecer do mais importante...

Ainda assim, nós (e as restantes turmas da Escolinha) não nos esquecemos daquilo a que nos propusemos e a nossa bota de Natal está cada vez mais carregada de tampas solidárias. 


Durante as "Merendas com Contos" desta semana, fomos desafiados a fazer uma leitura visual...
Esta é uma outra forma de lermos o mundo, não decifrando letras, mas decifrando imagens.

Assim, e partindo de um vídeo elaborado por alunos da Universidade de Aveiro, as nossas capacidades leitoras foram postas à prova.

Observem com atenção...


Apesar de uma imagem valer mais do que mil palavras, não pudemos deixar de registar o que sentimos com o que "lemos".

João Pedro: "Eu, neste Natal, não me vou importar com as prendas, mas em ajudar a ter a família toda reunida com Deus. Para isso, vou fazer toda a gente acreditar no espírito natalício e olhar para o presépio.

"Paulo: "Este Natal eu quero que haja felicidade, por isso não vou pôr de parte o presépio e falarei todos os dias com Jesus. Eu gosto do Natal, não pelos presentes, mas pela noite em família."

Filipa: "Eu, neste Natal, vou ligar mais a Jesus e não às prendas. Mas, para isso, é preciso ajudar os velhinhos, as crianças, todos os que precisarem..."

Mário: "Eu, neste Natal, quero que toda a gente seja amiga das pessoas necessitadas. Neste Natal, não me vou importar tanto com as prendas, vou ajudar. Quero que todas as pessoas sejam felizes!"

Catarina: "Eu, neste Natal, quero estar com a minha família e vou tentar ir mais à missa e estar mais com Jesus. Com este filme que vi, aprendi que não vou pedir mais presentes, mas seguir a estrela de Natal."

Bernardo: "Eu acho que o verdadeiro espírito de Natal é estar com a família e não as prendas. Eu, neste Natal, vou ajudar as pessoas necessitadas."

Cláudia: "O Natal não é só receber os presentes da família e do Pai Natal; o essencial do Natal é ajudar e sermos solidários e pensar em Jesus e estar com a família."

Merinho: "Neste Natal, a postura que eu vou ter vai ser a de apoiar a família toda, vou ser simpático e vou lembrar-me de Jesus."

Inês: "Este Natal, vou-me importar mais com o espírito de Natal do que com as prendas. Eu gosto mais de coisas verdadeiras do que de coisas falsas."

Miguel: "Eu, neste Natal, quero que toda a gente seja amiga e que não pensem que o Natal é só presentes, mas sim a festa do nascimento de Jesus."

Raquel: "A postura que eu vou adoptar neste Natal vai ser boa, vai ser a de ajudar as pessoas que mais necessitam e até os que não precisam. Vou também falar com Deus mais vezes do que normalmente falo."

Duarte: "Não vou só pensar nas prendas, mas sim nas pessoas e passar o Natal com toda a minha família."

Mimi: "Neste Natal, vou adoptar uma postura solidária. Vou ajudar e partilhar com quem mais precisa e não vou pensar só nas prendas, mas no nascimento de Jesus e em como ele foi importante no mundo."

Tiago: "Este Natal, vou fazer de tudo o que puder para que todos os meus familiares fiquem muito contentes e felizes comigo."

Pedro: "Neste Natal, eu vou ajudar as pessoas que precisam e também vou fazer serviços sem ninguém me mandar. Vou tentar ser amigo de toda a gente e brincar com quem quiser brincar."

Roberto: "Vou tentar mudar, acho que devia começar a obedecer mais às pessoas, respeitá-las e ajudá-las nos obstáculos que aparecem na vida. Vou ajudar os meus pais a serem muito felizes."

Manuel: "Neste Natal, vou rezar e fazer uma boa acção todos os dias. Vou ajudar os outros."

Ana Lúcia: "Neste Natal, eu vou ser amiga, vou ajudar os outros a serem bons uns com os outros e a conviverem em harmonia."

Matilde: "Neste Natal, vou olhar mais para os outros e ajudá-los."

Margarida: "Eu, este Natal, vou adoptar o amor e o carinho. Vou estar atenta ao que a minha irmã quiser e vou estar com um sorriso nos lábios sempre que a minha mãe disser não."

Neste Natal, não se esqueçam do que é verdadeiramente importante...

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009


De mãos dadas pelo mundo... da solidariedade...


"- Vai pela floresta e vê o mal que fizeste. Vê o que aconteceu aos homens, aos animais e às plantas que tu abandonaste. A olhar para ti esqueceste-te dos outros."
                                                          A Fada Oriana, Sophia de Mello Breyner Andresen


Esta semana, iniciámos o nosso Advento e propusemo-nos a olhar mais para os outros e menos para nós.
Assim, no sentido de concretizar esta nossa intenção, abraçámos com força duas Campanhas de Solidariedade:



 


"Com tampas
plásticas vais ajudar"
 


 

"Padrinhos de
um sonho"




 




"Neste Natal, eu vou ser solidário, vou ajudar os outros, porque neste Natal eu tenho a missão de ajudar dois meninos de Famalicão e de apadrinhar um menino moçambicano. Não devemos pensar só em nós, porque o mundo precisa de nós! Adorava que neste Natal todas as pessoas pensassem no mundo e não pensassem tanto em si."
Mário
 
"Nesta época próxima do Natal, eu vou tentar pensar nos outros, naquelas pessoas que precisam mais do que uma ajuda, que precisam mais do que um carinho e amor. Vou ajudar, com tampas de plástico, meninos que precisam de uma cadeira de rodas eléctrica e, com dinheiro, meninos moçambicanos que precisam de ir para a escola." 
Mimi


"Nesta época de Natal, eu vou tentar ser solidária e não vou olhar tanto para mim. Com a campanha das tampas de plástico, eu vou olhar mais para o Ivo e para o João do que para mim."
Matilde

"Nesta época de Natal, vou estar mais atento aos outros. Não vou ser como a fada Oriana, que abandonou tudo e todos ao se admirar. Nós não devemos parar e deixar os outros sozinhos, enquanto nos apreciamos. Neste Natal, devemos ser mais amigáveis e atenciosos."
Tiago

sábado, 28 de novembro de 2009


O mundo como laboratório

De que nos serve ter o mundo como laboratório se não o soubermos ler?

Partindo desta questão, ouvimos com muita atenção o testemunho de algumas figuras públicas portuguesas acerca da importância da leitura.

Shiiiuuu...



Foi, sem dúvida, muito interessante e curioso ouvir a opinião, entre outras, da Catarina Furtado, do Figo, do Tim e do Belmiro de Azevedo.
No entanto, também nós temos a nossa opinião formada sobre a leitura e a importância de ler. Assim, devidamente inspirados, organizámos as nossas ideias e registámos, por escrito, o nosso parecer.




Depois de terminadas as aulas, fomos para casa e entrevistámos alguns elementos da nossa família sobre a importância da leitura. A experiência foi muito enriquecedora e as respostas que obtivemos foram excelentes! Ora espreitem...

   * É muito importante para escrever bem e, além disso, obter mais conhecimento. (Pai do Miguel)

   * A leitura é essencial na aprendizagem e no enriquecimento cultural, vocabular e informativo (Pai da Ana Lúcia)

   * A leitura ajuda-nos a escrever e a falar melhor e, para além disso, transporta-nos a sítios que, de outra forma, não poderíamos conhecer. É a melhor maneira de aprender. (Mãe da Inês)

   * Ler é muito importante, porque através da leitura podemos viajar sem sair do lugar. Quando lemos um livro, ficamos a conhecer coisas novas e podemos ser transportados para outros tempos, outros espaços, outras realidades. Na minha opinião, a leitura é a melhor forma de sabermos o que se passa à nossa volta, de conhecermos outras formas de pensar e de agir. Por tudo isto, para mim, ler é a melhor forma de aprender. (Mãe do João Pedro)

   * A leitura é muito importante, porque é uma forma intemporal de nos comunicarmos. (Pai da Catarina)

   * A leitura deve fazer parte da nossa vida... Mas há que seleccionar uma boa leitura para que a cultura, informação, actualização, prazer, lazer... seja q.b. (Mãe da Filipa)

   * Ler é muito importante, porque nos dá a conhecer palavras, formas de escrita e diferentes realidades. (Mãe do Bernardo)

   * A leitura é muito importante, porque aumentamos os nossos conhecimentos, estamos mais informados e é um prazer. A leitura é uma fonte de conhecimento, de informação e uma forma de passar o tempo a fazer uma coisa de que se gosta. (Pais do Pedro)

   * Para mim, a importância da leitura é que ajuda-nos a compreender o mundo à nossa volta. (Pai da Matilde)

   * A leitura é importante para aperfeiçoar o domínio da Língua Portuguesa, para reduzir os erros ortográficos, aumentar os nossos conhecimentos e para comunicarmos. (Pais da Cláudia)

   * A leitura é importante na medida em que nos permite adquirir novos conhecimentos, fazer viagens imaginárias fantásticas e até conhecermo-nos melhor. (Mãe do Paulo)

   * Ler permite um maior conhecimento. (Mãe do Duarte)

   * Acho que a leitura é muito importante, pois ajuda-nos na maneira de escrever, num pensamento mais fluido e evitamos os erros gramaticais. (Mãe do Mário)

   * A importância da leitura, em primeiro lugar, é melhorar a nossa capacidade em entender os textos, perceber as palavras e desenvolver as nossas aptidões para podermos ter conversas com outras pessoas. (Avô do Merinho)

   * Ler é importante, porque cultiva-nos tanto em ideias, como em palavras bem escritas. (Pais do Tiago)

   * A leitura ajuda-nos a conhecer o mundo e a tornar o ser humano mais activo e tolerante. Ela transporta-nos para outros tempos, outros lugares, outras culturas. Através dos livros partilham-se sentimentos e pensamentos, feitios e interesses. Por vezes, estes são tristes, assustadores e, também, complicados! A leitura faz-nos sonhar e pensar. (Mãe do Manuel)
    Parabéns aos entrevistados e aos entrevistadores e lembrem-se...  
    Leiam mais e melhor!

    domingo, 22 de novembro de 2009


    O nosso mundo como laboratório

    Mais uma semana, mais uma experiência! Desta vez, o nosso objecto de estudo foi o
    "Feiticeiro de Oz". Para tal, montámos o nosso "laboratório" na sala de aula e analisámos, microscopicamente, esta história maravilhosa.


    Quem é que a escreveu?

    Quando é que foi publicada?

    Após esta análise inicial, ouvimos com muito entusiasmo a história e, no final, debatemos ideias...

    O que representa a estrada de tijolos amarelos?

    O que simboliza ir além do arco-íris?



    Para que a nossa experiência corresse na perfeição, aproveitámos as nossas diferenças e, unindo esforços, fizemos uma série de actividades que nos guiaram por este maravilhoso mundo encantado, repleto de magia e amizade, onde os amigos, a família e a “nossa casa” têm muito valor.




    Entretanto, como resposta a um convite de Filipe La Féria, decidimos transferir o nosso laboratório, durante a manhã de sexta, para o Rivoli, no Porto. Foi uma experiência simplesmente fantástica!



    No final desta experiência, registámos observações e conclusões muito pertinentes:

    "Na minha opinião, este espectáculo foi o mais extraordinário que eu já vi na minha vida, porque aprendi a nunca desistir do meu sonho, por mais que me tentem deitar abaixo."(Mimi)

    "Eu senti muita alegria, porque parecia que estávamos no país de Oz e aprendi que não há nada melhor do que a nossa casa." (Mário)

    "Eu acho que a história estava muito bem encenada e eu adorei-a, porque era muito engraçada e até tinha uma moral que era nunca desistir dos nossos sonhos." (Bernardo)

    "Eu adorei o espectáculo, porque nos ensina a não desistir de acabar o nosso caminho de tijolos amarelos." (Duarte)

    "Na minha opinião, este teatro foi muito bem construído e teve imensa piada. Senti-me tão alegre e tão divertida que não consigo explicar a minha emoção." (Filipa)

    : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : :

    De volta à sala de aula, decidimos aplicar a simbologia desta história na nossa vida...






    Na tua vida, onde queres que te leve a tua "estrada de tijolos amarelos"?






    "Eu queria que a minha estrada de tijolos amarelos me levasse ao céu, para ver a minha avó." (Matilde)


    "Eu quero que a minha estrada de tijolos amarelos me leve ao meu pai." (João Pedro)


    "Eu quero que a minha estrada de tijolos amarelos me leve a ser feliz para sempre." (Merinho)


    "Eu gostava que a minha estrada de tijolos amarelos trouxesse o meu irmão para Famalicão." (Margarida)


    "Na minha vida, eu quero que a minha estrada de tijolos amarelos me leve a que ninguém da minha família se divorcie e que haja muita alegria." (Pedro)

    sábado, 14 de novembro de 2009


    O mundo como laboratório

    No decorrer desta semana, o nosso mundo transformou-se num autêntico laboratório e, deixando as experiências científicas um pouco de lado, virámos a nossa atenção para as experiências humanas que, no nosso modo de ver a vida, são extremamente importantes.

     
    Assim, e como andávamos atentos às notícias do mundo, resolvemos analisar microscopicamente a queda do Muro de Berlim, que tinha sido celebrada na segunda, dia 9 de Novembro.



    "Quem é que o mandou construir?"
    "Por que motivo foi construído?"
    "Quando é que foi construído?"





    "O que é que separava?"
    "Quando é que foi derrubado?"






    Esclarecidas as nossas dúvidas, chegámos à conclusão que os muros que o Homem constrói nem sempre são físicos e que é preciso derrubá-los de uma vez por todas, para bem da Humanidade.


    Como crianças informadas que somos, sabíamos que a Queda do Muro de Berlim tinha sido celebrada, simbolicamente, com o derrube de mil pedras de dominó gigantes, colocadas ao longo do seu antigo percurso.


    Assim, e tendo como inspiração o lema da peça de dominó de uma escola luso-alemã, criámos "pequenas grandes" obras de arte que simbolizam a nossa luta "Contra os muros na cabeça".


    Uma vez que esta "luta" já tinha sido iniciada no ano passado, com o projecto "Diferentes de todos, parecidos com ninguém", convidámos a Paula para derrubar o nosso "muro" e fortalecer o nosso projecto actual "Uma janela para o mundo".





    sábado, 7 de novembro de 2009


    O mundo como laboratório

    Esta semana, a nossa curiosidade sobre os fenómenos que ocorrem com a água foi despertada! A professora colocou-nos várias questões e, como não tínhamos todos a mesma opinião quanto à resposta, partimos para a experiência!


    1º Momento - "O esponjoso"
    Este jogo foi o ponto de partida para o nosso estudo experimental sobre a água. Começámos por medir a quantidade de água (1000 ml) contida na proveta e enchemos duas bacias com a mesma quantidade (2000 ml).


    De seguida, dividimo-nos em duas equipas (a azul e a lilás) e, ao toque de partida, tentámos ser o mais rápidos possível a transpor água de uma bacia para a outra, utilizando apenas duas esponjas.


    O nosso objectivo era absorver a maior quantidade de água possível e, de preferência, não desperdiçar nem um mililitro.

    O nosso entusiasmo era bem visível!

    De volta à sala, era chegado o momento de descobrirmos a equipa vencedora. Para tal, voltámos a encher a proveta e as medições obtidas foram:

    equipa lilás - 1000 ml + 540 ml = 1540 ml
    equipa azul - 1000 ml + 780 ml = 1780 ml

    Contra factos, não há argumentos: a equipa azul desperdiçou muito menos água que a equipa lilás. 
    No entanto, concluímos que todos ganhámos com esta actividade.
     






    O mundo como laboratório

    No Verão, é habitual colocarmos água no congelador para refrescar as bebidas e, no Inverno, sabe bem ferver água para fazer um chá quentinho.
    Estas duas situações, que fazem parte do nosso dia-a-dia, ilustram de uma forma simples as mudanças de estado da água e estiveram na base das nossas experiências científicas.


    1ª Experiência - "A evaporação"
    Com a ajuda da professora, colocámos uma cafeteira (gigante!!!) com água num disco quente e aguardámos uns minutos...
    Apesar de não ser uma experiência totalmente nova para nós, foi com outros olhos que a observámos. Na verdade, tal como verdadeiros cientistas, tivemos de registar observações e tirar conclusões.




    Observações:
    Após alguns minutos da cafeteira estar em contacto com o disco quente, a água começou a ferver (entrou em ebulição) e transformou-se em vapor de água.

    Conclusão:
    Quando há aumento de temperatura, a água muda de estado: passa do estado líquido ao estado gasoso. A este fenómeno, dá-se o nome de evaporação.



    2ª Experiência - "A condensação"
    Para concretizarmos esta experiência, tapámos a cafeteira e aguardámos...




    Observações:
    Após alguns minutos do testo estar por cima da cafeteira, o vapor de água transformou-se em pequenas gotas de água.

    Conclusão:
    Quando a água no estado gasoso encontra uma superfície fria, arrefece e passa ao estado líquido. A este fenómeno, dá-se o nome de condensação.


    3ª Experiência - "A solidificação"
    Antes de iniciarmos a experiência propriamente dita, marcámos (com um traço preto) uma garrafa, enchemos com água e pesámos numa balança (1,25 kg).


    De seguida, a garrafa foi colocada no congelador e aguardámos (mais uma vez...) algumas horas. Entretanto, a professora colocou-nos uma questão:

    Depois de estar no congelador, o peso da garrafa (com água) vai ser igual ou diferente?

    Após algum tempo de reflexão, 16 disseram que ia ser diferente (mais pesado) e apenas 3 disseram que se ia manter igual. A dúvida estava instalada e a ansiedade pela resposta era cada vez maior...

    Entretanto, a garrafa foi trazida de volta para a sala e... o nível da água tinha ultrapassado a marca preta! Como tal, era mais que evidente que o peso tinha aumentado! Para que não restasse qualquer dúvida, recorremos à balança e constatámos que o peso estava...igual! Nem um grama a mais... A minoria tinha razão! =)


    Observações:
    Após algumas horas de termos colocado uma garrafa de água no congelador, esta transformou-se em gelo. A sua massa manteve-se constante, mas o seu volume alterou-se (aumentou).

    Conclusão:
    Quando a água no estado líquido é submetida a temperaturas negativas, passa ao estado sólido. A este fenómeno, dá-se o nome de solidificação.


    4ª Experiência - "A fusão"
    Agora, restava saber se era possível reverter o fenómeno de solidificação. A professora cortou a garrafa e retirámos o gelo que se tinha formado, mas não foi fácil...


    Entretanto, colocámos o gelo na cafeteira e observámos o gelo a derreter lentamente...





    No final, quisemos verificar se o peso se mantinha igual ou não... E, mais uma vez, 1,25 kg, nem mais, nem menos...




    Observações:
    Após alguns minutos de termos aquecido, numa cafeteira, um bocado de gelo, este derreteu. A sua massa manteve-se constante, mas o seu volume alterou-se (diminuiu).

    Conclusão:
    Quando a água no estado sólido é submetida a temperaturas elevadas, passa ao estado líquido. A este fenómeno, dá-se o nome de fusão.

    Foi uma semana cientificamente fantástica!


    domingo, 1 de novembro de 2009



    De olhos postos nos desafios


    Esta semana, foram-nos lançados vários desafios, aos quais respondemos com muito empenho, dedicação e entusiasmo.


    Na Matemática,
    a professora desafiou-nos a construir um gráfico intitulado:

    "Gestão do nosso tempo"



    Para tal, registámos, em Excel, o número de horas semanais que despendemos:
    - a navegar na internet;
    - a jogar consolas e computador;
    - a ler;
    - a passear;
    - a brincar;
    - a conversar.




    Depois de registados os valores e finalizados os gráficos, chegámos à conclusão que temos de aprender a gerir melhor o nosso tempo, de modo a conseguirmos terminar todas as tarefas que temos diariamente.


    Agora, só temos de definir prioridades e, com a ajuda dos nossos pais e professoras, redefinir o nosso horário.



    Ainda na Matemática, foi-nos lançado outro desafio:
    Num curso de dança há cinco raparigas e quatro rapazes:
    Júlia, Mariana, Patrícia, Isabel, Helena, Eduardo, António, Frederico e Simão.


    Quantos pares diferentes de bailarinos se podem formar?


    Fomos para casa e, para descobrir a solução, podíamos utilizar esquemas, desenhos ou objectos.





    De volta à escola, foi com grande entusiasmo que partilhámos as nossas estratégias. Conseguem adivinhar o resultado?




    Na Língua Portuguesa,
    a nossa destreza e perícia a escrever cartas foram totalmente postas à prova:
    a professora sugeriu que escrevêssemos uma carta para os nossos afilhados e outra para uma das professoras!



    A carta para os nossos afilhados
    foi escrita na própria Escolinha, e tivemos a oportunidade de a entregar em mão.



    Foi um momento único, repleto de carinho e amizade.


    Já as cartas para as professoras
    foram escritas em casa e, como não as podíamos entregar em mão, tivemos de preencher correctamente o envelope, indicando o remetente e o destinatário.
    A nossa maior preocupação era que a carta chegasse ao destino e o mais rápido possível.



    Aliás, alguns de nós até optaram por enviar a carta por correio azul, tal era a ansiedade.


    Foi uma experiência fantástica!

    quinta-feira, 22 de outubro de 2009


    De olhos postos na Língua Portuguesa e na Matemática!

    "Diferença" e "igualdade" são conceitos que exploramos, frequentemente, nas várias disciplinas. Querem ver como?


    As palavras da mesma família, por exemplo, são todas diferentes, mas o radical é igual.






    Ao olharmos para um texto, as frases parecem todas iguais... Na verdade, todas, sem excepção, são um conjunto organizado de palavras, iniciado com maiúscula...


    No entanto, a entoação com que as lemos tem de ser diferente, de modo a respeitarmos a pontuação e darmos "corpo e alma" à nossa leitura.

     

     : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : :






    Já na Matemática, temos vindo a constatar que o mesmo desafio...




    ...pode ser ultrapassado com diferentes estratégias e nenhuma é mais válida do que outra...






    E, para além disto, descobrimos que diferentes unidades de medida apresentam prefixos iguais. Observem!



    quilo - 1000 x 

    hecto - 100 x 

    deca - 10 x




    deci - a décima parte

    centi - a centésima parte

    mili - a milésima parte