domingo, 25 de abril de 2010



Histórias que mudaram o mundo


Reza a lenda que, há muitos, muitos anos, um terrível dragão aterrorizava os habitantes de uma aldeia da Catalunha (Barcelona).
O dragão causava estragos entre a população e devorava os animais da aldeia, até que um dia comeu todos os animais. Então, para acalmar a ira do dragão, os habitantes decidiram que cada dia sacrificariam uma pessoa, escolhida à sorte, e a ofereciam ao dragão, como prova de boa vontade.
Certo dia, a pessoa escolhida foi a filha do rei. Quando estava quase a ser engolida pelo dragão, apareceu um valente cavaleiro que o enfrentou. Era Sant Jordi (S. Jorge).
Cravou uma lança no dragão e, do sangue derramado, brotaram rosas vermelhas.





Em Barcelona, a 23 de Abril, esta lenda surge associada ao Dia Internacional do Livro.

Assim, trocam-se rosas por livros.






Este ano, a nossa turma adoptou esta tradição catalã e, na sexta, trouxemos uma flor e um livro que gostámos muito de ler.

Sorteámos o nome de um colega e, deste modo, partilhámos leituras e construímos uma corrente de amizade, de cultura e de saber.

domingo, 18 de abril de 2010



Quem escreve por gosto não cansa


Desta vez, resolvemos publicar alguns dos textos que redigimos ao longo da semana, os quais abrangem vários géneros. Desta forma, podemos dar a conhecer algum do trabalho que temos desenvolvido no sentido de criar intimidade com a palavra e conquistar a confiança para enfrentar o papel em branco.


Relato

    No dia três de Março de dois mil e dez, a turma do quarto ano da Escolinha de Famalicão fez uma visita de estudo ao Sealife, que se situa no Porto.
      Fui com os meus colegas e com as minhas professoras, de autocarro. Quando chegámos, tivemos um guia que nos explicou tudo muito bem.
     Eu gostei mais de conhecer as raias e os tubarões, porque eram grandes e um pouco estranhos. Também gostei de passar pelo túnel, que era muito escuro. Adorei ver uma piscina enorme cheia de peixes de várias espécies. Durante a visita, observei muitos peixes e aquários.
     Aprendi que a vida animal é muito importante e que não a devemos destruir, pois o mar é a casa de muitos seres marítimos.
    Gostei muito desta visita de estudo. Aconselho toda a gente a ir ao Sealife, pois vai aprender muito sobre a vida animal e divertir-se-ão muito.
Cláudia Ferreira, 13 de Abril de 2010

Carta

     Famalicão, 15 de Abril de 2010

     Olá priminho!
    Acho que vou poder ir a tua casa neste fim-de-semana, mas ainda não tenho a certeza, porque a minha mãe não está em casa para me responder. Se calhar ela já tem alguns planos, mas quando eu souber telefono-te ou, então, envio-te um e-mail.
     Se eu puder ir a tua casa, na sexta de manhã já aí estou, porque devo ir num daqueles comboios rápidos.
     Acho que já sei que brincadeiras podemos fazer... Se estiver bom tempo, podemos ir para a piscina ver quem é que consegue suster a respiração por mais tempo e, se estiver chuva, agasalhamo-nos e vamos para o parque!

                          Um abraço do teu primo,
                                        Tiago

Recado

Mãe, quando chegares da reunião, diz-me, por favor, o que é que tenho de melhorar e o que tenho de manter. Quero saber se foram boas ou más as coisas que a professora disse sobre mim. 
Adoro-te, mãe!
                Raquel, 14.04.2010

Ficha de leitura

Nome: Paulo Alexandre Marinho Figueiredo
Data: Famalicão, 10 de Abril de 2010
Título da obra: Alex ponto com - uma aventura virtual
Nome do autor: José Fanha
Nome do ilustrador: João Fanha
Editora: Texto editores
A minha opinião: Eu adorei este livro, porque me ensinou que, às vezes, algumas coisas que a ciência não consegue comprovar podem existir.
Este livro mostrou-me um problema muito frequente nos dias de hoje. As crianças, ao visitar sites que não conhecem, podem meter-se em problemas, além de que os seus computadores podem ficar cheios de vírus.
Foi um dos melhores livros que eu já li.

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"A capacidade de produzir textos escritos constitui hoje uma exigência generalizada da vida em sociedade. Longe de ter caminhado no sentido de pedir apenas a alguns a tarefa de produção textual, a sociedade contemporânea reforça cada vez mais a necessidade de os seus membros demonstrarem capacidades de escrita, segundo um leque alargado de géneros."
in "O Ensino da Escrita: A Dimensão Textual" (2008)