sábado, 28 de novembro de 2009


O mundo como laboratório

De que nos serve ter o mundo como laboratório se não o soubermos ler?

Partindo desta questão, ouvimos com muita atenção o testemunho de algumas figuras públicas portuguesas acerca da importância da leitura.

Shiiiuuu...



Foi, sem dúvida, muito interessante e curioso ouvir a opinião, entre outras, da Catarina Furtado, do Figo, do Tim e do Belmiro de Azevedo.
No entanto, também nós temos a nossa opinião formada sobre a leitura e a importância de ler. Assim, devidamente inspirados, organizámos as nossas ideias e registámos, por escrito, o nosso parecer.




Depois de terminadas as aulas, fomos para casa e entrevistámos alguns elementos da nossa família sobre a importância da leitura. A experiência foi muito enriquecedora e as respostas que obtivemos foram excelentes! Ora espreitem...

   * É muito importante para escrever bem e, além disso, obter mais conhecimento. (Pai do Miguel)

   * A leitura é essencial na aprendizagem e no enriquecimento cultural, vocabular e informativo (Pai da Ana Lúcia)

   * A leitura ajuda-nos a escrever e a falar melhor e, para além disso, transporta-nos a sítios que, de outra forma, não poderíamos conhecer. É a melhor maneira de aprender. (Mãe da Inês)

   * Ler é muito importante, porque através da leitura podemos viajar sem sair do lugar. Quando lemos um livro, ficamos a conhecer coisas novas e podemos ser transportados para outros tempos, outros espaços, outras realidades. Na minha opinião, a leitura é a melhor forma de sabermos o que se passa à nossa volta, de conhecermos outras formas de pensar e de agir. Por tudo isto, para mim, ler é a melhor forma de aprender. (Mãe do João Pedro)

   * A leitura é muito importante, porque é uma forma intemporal de nos comunicarmos. (Pai da Catarina)

   * A leitura deve fazer parte da nossa vida... Mas há que seleccionar uma boa leitura para que a cultura, informação, actualização, prazer, lazer... seja q.b. (Mãe da Filipa)

   * Ler é muito importante, porque nos dá a conhecer palavras, formas de escrita e diferentes realidades. (Mãe do Bernardo)

   * A leitura é muito importante, porque aumentamos os nossos conhecimentos, estamos mais informados e é um prazer. A leitura é uma fonte de conhecimento, de informação e uma forma de passar o tempo a fazer uma coisa de que se gosta. (Pais do Pedro)

   * Para mim, a importância da leitura é que ajuda-nos a compreender o mundo à nossa volta. (Pai da Matilde)

   * A leitura é importante para aperfeiçoar o domínio da Língua Portuguesa, para reduzir os erros ortográficos, aumentar os nossos conhecimentos e para comunicarmos. (Pais da Cláudia)

   * A leitura é importante na medida em que nos permite adquirir novos conhecimentos, fazer viagens imaginárias fantásticas e até conhecermo-nos melhor. (Mãe do Paulo)

   * Ler permite um maior conhecimento. (Mãe do Duarte)

   * Acho que a leitura é muito importante, pois ajuda-nos na maneira de escrever, num pensamento mais fluido e evitamos os erros gramaticais. (Mãe do Mário)

   * A importância da leitura, em primeiro lugar, é melhorar a nossa capacidade em entender os textos, perceber as palavras e desenvolver as nossas aptidões para podermos ter conversas com outras pessoas. (Avô do Merinho)

   * Ler é importante, porque cultiva-nos tanto em ideias, como em palavras bem escritas. (Pais do Tiago)

   * A leitura ajuda-nos a conhecer o mundo e a tornar o ser humano mais activo e tolerante. Ela transporta-nos para outros tempos, outros lugares, outras culturas. Através dos livros partilham-se sentimentos e pensamentos, feitios e interesses. Por vezes, estes são tristes, assustadores e, também, complicados! A leitura faz-nos sonhar e pensar. (Mãe do Manuel)
    Parabéns aos entrevistados e aos entrevistadores e lembrem-se...  
    Leiam mais e melhor!

    domingo, 22 de novembro de 2009


    O nosso mundo como laboratório

    Mais uma semana, mais uma experiência! Desta vez, o nosso objecto de estudo foi o
    "Feiticeiro de Oz". Para tal, montámos o nosso "laboratório" na sala de aula e analisámos, microscopicamente, esta história maravilhosa.


    Quem é que a escreveu?

    Quando é que foi publicada?

    Após esta análise inicial, ouvimos com muito entusiasmo a história e, no final, debatemos ideias...

    O que representa a estrada de tijolos amarelos?

    O que simboliza ir além do arco-íris?



    Para que a nossa experiência corresse na perfeição, aproveitámos as nossas diferenças e, unindo esforços, fizemos uma série de actividades que nos guiaram por este maravilhoso mundo encantado, repleto de magia e amizade, onde os amigos, a família e a “nossa casa” têm muito valor.




    Entretanto, como resposta a um convite de Filipe La Féria, decidimos transferir o nosso laboratório, durante a manhã de sexta, para o Rivoli, no Porto. Foi uma experiência simplesmente fantástica!



    No final desta experiência, registámos observações e conclusões muito pertinentes:

    "Na minha opinião, este espectáculo foi o mais extraordinário que eu já vi na minha vida, porque aprendi a nunca desistir do meu sonho, por mais que me tentem deitar abaixo."(Mimi)

    "Eu senti muita alegria, porque parecia que estávamos no país de Oz e aprendi que não há nada melhor do que a nossa casa." (Mário)

    "Eu acho que a história estava muito bem encenada e eu adorei-a, porque era muito engraçada e até tinha uma moral que era nunca desistir dos nossos sonhos." (Bernardo)

    "Eu adorei o espectáculo, porque nos ensina a não desistir de acabar o nosso caminho de tijolos amarelos." (Duarte)

    "Na minha opinião, este teatro foi muito bem construído e teve imensa piada. Senti-me tão alegre e tão divertida que não consigo explicar a minha emoção." (Filipa)

    : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : : :

    De volta à sala de aula, decidimos aplicar a simbologia desta história na nossa vida...






    Na tua vida, onde queres que te leve a tua "estrada de tijolos amarelos"?






    "Eu queria que a minha estrada de tijolos amarelos me levasse ao céu, para ver a minha avó." (Matilde)


    "Eu quero que a minha estrada de tijolos amarelos me leve ao meu pai." (João Pedro)


    "Eu quero que a minha estrada de tijolos amarelos me leve a ser feliz para sempre." (Merinho)


    "Eu gostava que a minha estrada de tijolos amarelos trouxesse o meu irmão para Famalicão." (Margarida)


    "Na minha vida, eu quero que a minha estrada de tijolos amarelos me leve a que ninguém da minha família se divorcie e que haja muita alegria." (Pedro)

    sábado, 14 de novembro de 2009


    O mundo como laboratório

    No decorrer desta semana, o nosso mundo transformou-se num autêntico laboratório e, deixando as experiências científicas um pouco de lado, virámos a nossa atenção para as experiências humanas que, no nosso modo de ver a vida, são extremamente importantes.

     
    Assim, e como andávamos atentos às notícias do mundo, resolvemos analisar microscopicamente a queda do Muro de Berlim, que tinha sido celebrada na segunda, dia 9 de Novembro.



    "Quem é que o mandou construir?"
    "Por que motivo foi construído?"
    "Quando é que foi construído?"





    "O que é que separava?"
    "Quando é que foi derrubado?"






    Esclarecidas as nossas dúvidas, chegámos à conclusão que os muros que o Homem constrói nem sempre são físicos e que é preciso derrubá-los de uma vez por todas, para bem da Humanidade.


    Como crianças informadas que somos, sabíamos que a Queda do Muro de Berlim tinha sido celebrada, simbolicamente, com o derrube de mil pedras de dominó gigantes, colocadas ao longo do seu antigo percurso.


    Assim, e tendo como inspiração o lema da peça de dominó de uma escola luso-alemã, criámos "pequenas grandes" obras de arte que simbolizam a nossa luta "Contra os muros na cabeça".


    Uma vez que esta "luta" já tinha sido iniciada no ano passado, com o projecto "Diferentes de todos, parecidos com ninguém", convidámos a Paula para derrubar o nosso "muro" e fortalecer o nosso projecto actual "Uma janela para o mundo".





    sábado, 7 de novembro de 2009


    O mundo como laboratório

    Esta semana, a nossa curiosidade sobre os fenómenos que ocorrem com a água foi despertada! A professora colocou-nos várias questões e, como não tínhamos todos a mesma opinião quanto à resposta, partimos para a experiência!


    1º Momento - "O esponjoso"
    Este jogo foi o ponto de partida para o nosso estudo experimental sobre a água. Começámos por medir a quantidade de água (1000 ml) contida na proveta e enchemos duas bacias com a mesma quantidade (2000 ml).


    De seguida, dividimo-nos em duas equipas (a azul e a lilás) e, ao toque de partida, tentámos ser o mais rápidos possível a transpor água de uma bacia para a outra, utilizando apenas duas esponjas.


    O nosso objectivo era absorver a maior quantidade de água possível e, de preferência, não desperdiçar nem um mililitro.

    O nosso entusiasmo era bem visível!

    De volta à sala, era chegado o momento de descobrirmos a equipa vencedora. Para tal, voltámos a encher a proveta e as medições obtidas foram:

    equipa lilás - 1000 ml + 540 ml = 1540 ml
    equipa azul - 1000 ml + 780 ml = 1780 ml

    Contra factos, não há argumentos: a equipa azul desperdiçou muito menos água que a equipa lilás. 
    No entanto, concluímos que todos ganhámos com esta actividade.
     






    O mundo como laboratório

    No Verão, é habitual colocarmos água no congelador para refrescar as bebidas e, no Inverno, sabe bem ferver água para fazer um chá quentinho.
    Estas duas situações, que fazem parte do nosso dia-a-dia, ilustram de uma forma simples as mudanças de estado da água e estiveram na base das nossas experiências científicas.


    1ª Experiência - "A evaporação"
    Com a ajuda da professora, colocámos uma cafeteira (gigante!!!) com água num disco quente e aguardámos uns minutos...
    Apesar de não ser uma experiência totalmente nova para nós, foi com outros olhos que a observámos. Na verdade, tal como verdadeiros cientistas, tivemos de registar observações e tirar conclusões.




    Observações:
    Após alguns minutos da cafeteira estar em contacto com o disco quente, a água começou a ferver (entrou em ebulição) e transformou-se em vapor de água.

    Conclusão:
    Quando há aumento de temperatura, a água muda de estado: passa do estado líquido ao estado gasoso. A este fenómeno, dá-se o nome de evaporação.



    2ª Experiência - "A condensação"
    Para concretizarmos esta experiência, tapámos a cafeteira e aguardámos...




    Observações:
    Após alguns minutos do testo estar por cima da cafeteira, o vapor de água transformou-se em pequenas gotas de água.

    Conclusão:
    Quando a água no estado gasoso encontra uma superfície fria, arrefece e passa ao estado líquido. A este fenómeno, dá-se o nome de condensação.


    3ª Experiência - "A solidificação"
    Antes de iniciarmos a experiência propriamente dita, marcámos (com um traço preto) uma garrafa, enchemos com água e pesámos numa balança (1,25 kg).


    De seguida, a garrafa foi colocada no congelador e aguardámos (mais uma vez...) algumas horas. Entretanto, a professora colocou-nos uma questão:

    Depois de estar no congelador, o peso da garrafa (com água) vai ser igual ou diferente?

    Após algum tempo de reflexão, 16 disseram que ia ser diferente (mais pesado) e apenas 3 disseram que se ia manter igual. A dúvida estava instalada e a ansiedade pela resposta era cada vez maior...

    Entretanto, a garrafa foi trazida de volta para a sala e... o nível da água tinha ultrapassado a marca preta! Como tal, era mais que evidente que o peso tinha aumentado! Para que não restasse qualquer dúvida, recorremos à balança e constatámos que o peso estava...igual! Nem um grama a mais... A minoria tinha razão! =)


    Observações:
    Após algumas horas de termos colocado uma garrafa de água no congelador, esta transformou-se em gelo. A sua massa manteve-se constante, mas o seu volume alterou-se (aumentou).

    Conclusão:
    Quando a água no estado líquido é submetida a temperaturas negativas, passa ao estado sólido. A este fenómeno, dá-se o nome de solidificação.


    4ª Experiência - "A fusão"
    Agora, restava saber se era possível reverter o fenómeno de solidificação. A professora cortou a garrafa e retirámos o gelo que se tinha formado, mas não foi fácil...


    Entretanto, colocámos o gelo na cafeteira e observámos o gelo a derreter lentamente...





    No final, quisemos verificar se o peso se mantinha igual ou não... E, mais uma vez, 1,25 kg, nem mais, nem menos...




    Observações:
    Após alguns minutos de termos aquecido, numa cafeteira, um bocado de gelo, este derreteu. A sua massa manteve-se constante, mas o seu volume alterou-se (diminuiu).

    Conclusão:
    Quando a água no estado sólido é submetida a temperaturas elevadas, passa ao estado líquido. A este fenómeno, dá-se o nome de fusão.

    Foi uma semana cientificamente fantástica!


    domingo, 1 de novembro de 2009



    De olhos postos nos desafios


    Esta semana, foram-nos lançados vários desafios, aos quais respondemos com muito empenho, dedicação e entusiasmo.


    Na Matemática,
    a professora desafiou-nos a construir um gráfico intitulado:

    "Gestão do nosso tempo"



    Para tal, registámos, em Excel, o número de horas semanais que despendemos:
    - a navegar na internet;
    - a jogar consolas e computador;
    - a ler;
    - a passear;
    - a brincar;
    - a conversar.




    Depois de registados os valores e finalizados os gráficos, chegámos à conclusão que temos de aprender a gerir melhor o nosso tempo, de modo a conseguirmos terminar todas as tarefas que temos diariamente.


    Agora, só temos de definir prioridades e, com a ajuda dos nossos pais e professoras, redefinir o nosso horário.



    Ainda na Matemática, foi-nos lançado outro desafio:
    Num curso de dança há cinco raparigas e quatro rapazes:
    Júlia, Mariana, Patrícia, Isabel, Helena, Eduardo, António, Frederico e Simão.


    Quantos pares diferentes de bailarinos se podem formar?


    Fomos para casa e, para descobrir a solução, podíamos utilizar esquemas, desenhos ou objectos.





    De volta à escola, foi com grande entusiasmo que partilhámos as nossas estratégias. Conseguem adivinhar o resultado?




    Na Língua Portuguesa,
    a nossa destreza e perícia a escrever cartas foram totalmente postas à prova:
    a professora sugeriu que escrevêssemos uma carta para os nossos afilhados e outra para uma das professoras!



    A carta para os nossos afilhados
    foi escrita na própria Escolinha, e tivemos a oportunidade de a entregar em mão.



    Foi um momento único, repleto de carinho e amizade.


    Já as cartas para as professoras
    foram escritas em casa e, como não as podíamos entregar em mão, tivemos de preencher correctamente o envelope, indicando o remetente e o destinatário.
    A nossa maior preocupação era que a carta chegasse ao destino e o mais rápido possível.



    Aliás, alguns de nós até optaram por enviar a carta por correio azul, tal era a ansiedade.


    Foi uma experiência fantástica!